Ciber Espaço da turma do 5ºD para partilha de saberes entre alunos, professores, encarregados de educação e todos os que queiram participar.
Bem vindos!
Vamos, então, começar a "postar" as vossas mensagens de Natal. A primeira, e bem bonita, é a do João Miguel, que já ma enviou. Fico à espera das outras.
O Natal é um dia de festa para uns e um dia normal e até infeliz para outros. Há crianças que passam o Natal com as famílias e fazem uma grande ceia, recebem prendas e brincam felizes. É bom ver um sorriso na cara de uma criança! Mas há outro tipo de Natal, o das crianças pobres. Passam o dia nas ruas, ao frio, espreitando às janelas das casas, vendo as outras crianças felizes e sentindo-se elas tristes. Acho que no Natal todas as crianças deviam receber prendas e ficarem felizes.
Começo, como combinámos, a "postar" as vossas composições. A primeira é a da Alexandra, pois que já ma enviou. Despachem-se, vá!
Se me fossem concedidos três desejos…
Se me fossem concedidos três desejos eu pediria algo que me ajudasse a "fazer" o meu futuro. Primeiro pediria que tivesse saúde. Eu acho que é o mais importante, porque sem saúde não podemos fazer nada. Em seguida, pediria que tirasse boas notas na escola porque, se não, não podia ser pediatra quando fosse adulta e isso eu queria muito, porque gosto muito de crianças. Por último que ajudasse as minhas irmãs, também na escola, para elas poderem ser o que querem. Isto era o que pediria. Eu acho que é o mais importante e não o dinheiro, aliás sem saúde não podia gastar o dinheiro em compras e sem boas notas não podia entrar num bom emprego para ganhar muito dinheiro, só se ganhasse o "Euro-Milhões". Esta é a minha opinião e estes são os meus desejos.
Meninos, Recebi um comentário do 6º H ao trabalho que vocês apresentaram na biblioteca. Aqui ficam as suas palavras simpáticas.
No dia 13 de Novembro de 2009, às 10h 10m, nós, a turma H, do 6º ano juntamente com a professora Cristina Costa, assistimos à dramatização de um conto russo:” Babine, o parvo”, na Biblioteca da Escola. Fomos recebidos pelo 6ºD e pela professora Fátima Domingues, num cenário onde encontramos vários objectos coloridos e diferentes. Assistimos à dramatização que achámos ter sido muito bem representada e verificámos que conhecíamos um conto tradicional português parecido com aquele: “O João Mandrião.” No fim da representação ficamos a conhecer um pouco da cultura russa e foram-nos apresentadas várias obras do autor de “Babine, o parvo”; Leão Tolstoi, assim como vários objectos provenientes da Rússia Adoramos ter estado na Biblioteca! Obrigado, professora Fátima Domingues e 6ºD!
A turma brilhou na biblioteca da escola, representando "Babine o Parvo" de Leão Tolstoi!
Aqui vemos a coreografia inicial, onde aparecem Lukéria (a mãe de Babine) representada por Adriana; a mulher de Babine representada por Patrícia; e a irmã de Babine representada por Júlia. Lindas... e muito bem ensaiadas!
Os actores e actrizes foram muito apreciados e aplaudidos pelo público, que contou com a presenção de alunos do 6º ano, de professores e até do Director e Sub-director do Agrupamento.
No final da peça, a biblioteca teve o privilégio de receber nas suas instalações o próprio Leão Tolstoi (interpretado por João Miguel) para uma interessantíssima entrevista sobre a sua vida... um homem muito particular, de facto!
Uma vez tratando-se de um projecto verdadeiramente interdisciplinar, a música não poderia deixar de marcar presença neste espectáculo tão variado: os alunos Patrícia, Júlia, Patrícia, Sara e Paulo tocaram na flauta o tema russo (origem de Leão Tolstoi): Jimba Papalusjka. Valeu a pena!
PARABÉNS AO 6ºD E À SUA DINÂMICA PROFESSORA FÁTIMA DOMINGUES!
O Corne Inglês é um instrumento de sopro de palheta dupla, da família do oboé, embora seja mais grave e maior do que o oboé e, geralmente, o instrumentista necessita de uma alça no pescoço para auxiliar o suporte, como no caso do fagote e de alguns tipos de saxofones. A palheta dupla utilizada no corne inglês é muito semelhante à do oboé, mas não é inserida directamente no instrumento e sim num bocal. A técnica é a mesma do oboé. A formação de todo o instrumentista de corne inglês passa antes pela aprendizagem do oboé. Apesar de não ser igual ao oboé, o corne inglês pode ser considerado um oboé tenor. O timbre do corne inglês, por ser mais grave, é mais aveludado e escuro do que o do oboé. No entanto, o seu uso é mais incomum, tendo sido mais mais utilizado em peças orquestrais a partir do século XIX. Um solo de corne inglês bastante conhecido está no 2º movimento da Nona Sinfonia de Antonin Dvorak, conhecida como “Novo Mundo”.
ORIGEM: Não se sabe de onde surgiu o nome “Corne Inglês”. Uma teoria é que as versões do instrumento datadas do século XVIII seriam parecidas com o oboé da caccia , um instrumento barroco da família do oboé, que tinha a forma curvilínea e, por isso, era chamado de “cor anglé” (que significa “chifre angulado”) ou corps anglé (que significa corpo angulado), também utilizado em caçadas, na Antiguidade. O corne inglês, assim como o oboé, teve como antecessor a charamela.
A Maraca é um instrumento de agitamento, constituído por uma bola que pode ser de cartão, plástico ou até uma cabaça, contendo sementes secas, grãos, arroz ou areia grossa, e uma pega. Tradicionalmente são feitas de carapaça seca (ex.: coco) que no seu interior contêm feijões, sementes ou pedras pequenas. Quando os feijões, sementes ou pedras batem por dentro dessa carapaça, consegue-se ouvir o som deste instrumento.
Dependendo dos materiais usados, podem produzir sons como o de lixar ou arranhar, quando tocadas. Normalmente tocam-se aos pares - uma maraca para cada mão - agitando; embora também se possa tocar rodando-as lentamente.
Nasisi
Dadoo
Tcha-tcha
Huada
Bapo ou carcaxa
Sonajas
chinchin
Alfandoque, carangando ou geraza
Maruga
Este instrumento é típico das danças latino-americanas. É conhecido por outros nomes nos países da América latina: asson ou tcha-tcha no Haiti, alfandoque, carangano ou geraza na Colômbia, nasisi no Panamá e sonajas no México, bapo ou carcaxa no Brasil, chinchin na Guatemala, dadoo na Venezuela, huada no Chile e maruga em Cuba.
As maracas pertencem à categoria da percussão.
As maracas são classificadas como idiofones: instrumento musical em que o som é provocado pela sua vibração. É o próprio corpo do instrumento que vibra para produzir o som, sem a necessidade de nenhuma tensão.
Conga
São usadas em música pop, latina e clássica. Na família das maracas encontram-se instrumentos similares tais como os seguintes: bongô, timbale e conga. Utilizam-se especialmente nas músicas dos países das Caraíbas, América do Su l, Brasil e Colômbia.